ORIGINAL – Violet Haze

REFUGE Evie #1

 

 

Zee has no idea who she is, or how she ended up in the psych ward of a hospital three months ago. Living a rather blissful life of quiet time, three meals a day, and therapy involving two doctors — one of which has a sexy voice and nice hands — Zee isn’t ready to cope with her truth.

As her memory returns, Zee discovers exactly who she is and what happened, and reality catches up with her in a way she’s not sure she’ll ever be able to deal with.

Ultimately, Zee makes choices which lead her and the one person closest to her down new paths neither of them could’ve seen coming.

 

 

Chapter 1: Drown

 

I stabbed him! Oh god, I stabbed him. I stumble toward the car — his car. The one he brought us up here in.

Oh god. I look over my shoulder but he isn’t chasing me.

I didn’t kill him, did I? I didn’t even check. I just ran. I hope he isn’t dead.

I press the unlock key, the beeping of the car hurting my already sensitive ears, and wince. I open the door and slide in behind the wheel. 

He never lets me drive his car. He’ll be so mad when he catches me. I know it’s when and not if.

But maybe…maybe if I drive fast enough I can get somewhere to ditch the car?

I didn’t want to kill him. I just wanted out. Out. Out. Out.

Turning the key, it starts easily and putting it in drive, I hit the gas and the car jerks.

Okay, it’s been a while. 

I let out the breath I was holding and as the cabin disappears in my rearview mirror, I let out a sigh.

And then…a scream. The last thing I feel is fear as the car goes airborne.

But it’s not fear that I’ll die. Its fear that I won’t.

 


 

TRADUÇÃO – Sonia Cunha

REFÚGIO Evie #1

 

refugeZê não tem ideia de quem ela é, ou como ela foi parar na ala psiquiátrica de um hospital, há três meses. Vivendo uma vida quase feliz, de um tempo de silêncio, com três refeições por dia, e fazendo terapia com dois médicos – um dos quais tem uma voz sexy e mãos macias – Zê não está pronta para lidar com a verdade.

À medida que sua memória retorna, Zê descobre exatamente quem ela é e o que aconteceu, e a realidade a alcança de uma forma que ela não tem certeza de que seja capaz de enfrentar algum dia.

Por fim, Zê faz escolhas que conduzem a si mesma e a única pessoa mais próxima a novos caminhos, os quais nenhum deles poderia imaginar que ira percorrer.

Capítulo 1: Afogada

 

Eu o esfaqueei! Meu Deus, eu o esfaqueei! Vou cambaleando em direção ao carro – o carro dele. O carro que nos trouxe até aqui.

Meu Deus! Olho por cima de meus ombros, mas ele não está me seguindo. 

Não, eu não o matei… ou matei?

Eu nem sequer voltei pra ter certeza. Só corri. Espero que ele não esteja morto.

Destravo o alarme do carro que, a essa hora, já está machucando meus ouvidos sensíveis, e sinto um arrepio. Abro a porta e me escondo embaixo do volante.

Ele nunca me deixa dirigir seu carro. Ele vai ficar muito louco quando me pegar.

Eu sei que é uma questão de “quando” e não de “se”.

Mas talvez… e se eu conseguisse dirigir rápido o bastante para abandonar o carro em algum lugar?

Eu não queria matá-lo. Eu só o queria longe. Fora. Fora da minha vida. Fora.

Ao girar a chave, o carro pega rapidamente e, engatando a primeira, a gasolina chega ao tanque e o carro começa a andar.

Ok, já passou algum tempo.

Solto a respiração que estava presa e, enquanto a frente do carro desaparece em meu retrovisor, respiro aliviada.

E então… um grito. A última coisa que sinto é medo, ao mesmo tempo em que o carro desaparece.

Mas, não é medo de morrer. É medo de não morrer.


QUER LER ESSE LIVRO?

Baixe da Scribd – here

Baixe da Apple – here

Baixe da Kobo – here

Baixe da Barnes & Noble – here